Fique Informado Desmatamento e Sua Torneira

Diretoria Executiva da Anffema

 

Elias Cavalcante de Oliveira

Presidente 

 

Vago

Vice-Presidente  

 

Ademar Takeo Matsunaga

Diretor de Administração e Finanças 

 

Antônio Pereira de Morais

Secretário Geral   

 

Jean Túlio Cunha dos Anjos

Diretor de Assuntos Jurídicos 

 

Plinio Lucimar de Medeiros

Diretor de Valorização de Aposentados e Pensionistas

 

Vago

Diretor de Articulação Política e Comunicação Social

 

Vago

Diretora de Assuntos Sócio-Culturais 

 

José Carlos Pereira Leite

Diretor de Assuntos Técnico-Científico 

 

Marcos Antônio Reis Fróes

Ouvidor Geral

 

 

 

Conselho Fiscal da Anffema

 

Aldemar Pereira de Medeiros
Presidente 

 

Edson de Lima Ferreira
Secretário


José Odécio da Costa
Membro 

 

Escrito por secretaria   

num ritual de tirar água do depósito abaixo do chão e transpirá-la para virar nuvem. Quanto maior o desmatamento, menor o número de árvores que desempenham esta função. Assim, a água do solo não vai para a atmosfera, e a água da chuva não é retida pelas árvores no solo, escorrendo sem barreiras para os rios e oceanos. Por isso que o desmatamento da floresta afeta nossa vida aqui nas grandes cidades do País– e vai afetar cada vez mais. 

É graças aos serviços que a floresta nos presta que temos a abundância de água também para ativar os geradores das usinas hidrelétricas, responsáveis por 85% da energia que ilumina a casa dos brasileiros. A Amazônia está presente no nosso dia a dia, da luz que se acende na periferia ao PIB agrícola do sudeste. Os serviços da floresta ajudam a todos, de forma democrática e gratuita. Mas estamos longe de retribuir.
Diariamente dizimamos a floresta de forma descontrolada e desnecessária. Derrubamos mais de 5.800km2, área equivalente à quatro vezes o tamanho da cidade do Rio de Janeiro, ou mais que um campo de futebol por minuto. No total já se foram mais de 750.000km2 de floresta, área equivalente a Portugal, Itália e Alemanha juntos.

Não desmatamos para produzir alimentos, pois já temos áreas abertas no país em quantidade suficiente para dobrar nossa produção de alimentos sem precisar derrubar mais nenhum hectare de floresta.
Não sabemos se a mudança no padrão do clima e das chuvas, vão dizimar a vida da terra. Mas vão torná-la mais difícil. A prologada escassez que estamos enfrentando no estado de São Paulo é um prenúncio disso. E cabe a nós mudarmos essa história. Precisamos mostrar que não estamos de acordo com o absurdo que está acontecendo nas nossas florestas. Assine pelo Desmatamento Zero. .
* Publicado originalmente no site Greenpeace.

 
 
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Representantes Estaduais da Anffema

 

Manoel Adalberto DouradoGomes
Acre 

Everaldo Rocha de Queiroz
Bahia 

Luiz Carlos Fonseca Meira
Ceará 

Fábio Murilo Wagnitz
Espírito  Santo 

José de Ribamar Costa
Maranhão 

Erivaldo Correia da Silva
Mato Grosso do Sul 

Antônio Maria de Melo Ferreira
Pará 

Ariosto Figueiredo Rios
Paraíba 

Ana Silvia Kozloski Wille de Abreu
Paraná 

 José Maurício Barbosa da Silva
Penambuco 

Aflaudísio Inácio Ribeiro
Rio Grande do Norte 

Lenine Barros Cruz
Tocantins