Fique Informado Indios Trocam Pesca pela Agricultura

Diretoria Executiva da Anffema

 

Elias Cavalcante de Oliveira

Presidente 

 

Vago

Vice-Presidente  

 

Ademar Takeo Matsunaga

Diretor de Administração e Finanças 

 

Antônio Pereira de Morais

Secretário Geral   

 

Jean Túlio Cunha dos Anjos

Diretor de Assuntos Jurídicos 

 

Plinio Lucimar de Medeiros

Diretor de Valorização de Aposentados e Pensionistas

 

Vago

Diretor de Articulação Política e Comunicação Social

 

Vago

Diretora de Assuntos Sócio-Culturais 

 

José Carlos Pereira Leite

Diretor de Assuntos Técnico-Científico 

 

Marcos Antônio Reis Fróes

Ouvidor Geral

 

 

 

Conselho Fiscal da Anffema

 

Aldemar Pereira de Medeiros
Presidente 

 

Edson de Lima Ferreira
Secretário


José Odécio da Costa
Membro 

 

Escrito por secretaria   

 

 

 

Agostinho Juruna, que com seus 10 filhos, busca novas fontes de alimentos depois que a usina de Belo Monte entrou em operação. Foto: Mario Osava
"Os peixes que comem frutas, como os Pacus, vão acabar, porque não têm o que comer, a frutas estão caindo na terra seca", lamenta Agostinho Pereira da Silva, o patriarca da aldeia de Miratu, onde vivem cerca de 20 famílias do povo Juruna, que acolheram a reportagem da IPS em mais de uma jornada.
O Pacu (Myloplus e Myleus spp) é a espécie de maior consumo entre os moradores. Para manter a população da espécie é preciso que o rio continue a alagar as margens em enchentes que duram meses, fazendo as frutas da região cair na água. A hidrelétrica eliminou essas cheias ao reter as águas rio acima e canalizar sua força para os geradores.
O sarobal, uma fruta de áreas alagadas, está morrendo nos igarapés secos e os peixes morrem de fome, explica Jailson Juruna, de 37 anos e um dos 10 filhos vivos de Pereira. Ele diz que os tracajás também estão morrendo, referindo-se a uma espécie de quelônio de nome científico Podocnemis unifilis, também importante para a alimentação dos índios.
Nos três meses seguintes ao fechamento das comportas mais de 16 toneladas de peixes apareceram mortos, segundo comprovou o IBAMA. A empresa Norte Energia, dona de Belo Monte recebeu uma multa de US$ 11 milhões, mas está recorrendo.
Área alagada pela represa de Belo Monte.
Com o fechamento da represa a situação se agravou porque a mortandade de peixes assustou os consumidores de Altamira, a maior cidade da região, com cerca de 150 mil habitantes. Os compradores temem que os peixes estejam doentes.
A participação do pescado na alimentação dos indígenas caiu drasticamente para menos da metade do que era anos das obras. "Os Juruna estão perdendo a segurança alimentar e terão de trabalhar na agricultura ou buscar empregos, com isso perdem também sua cultura", explica Biviany Rojas, advogada do ISA (Instituto Socioambiental).
A maior parte das receitas dos Jurunas vinha da coleta e venda de peixes ornamentais, o que atualmente é impossível, pois não existem mais as espécies mais valorizadas. (IPS/#Envolverde)
Editado por Estrella Gutiérrez

 
 
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